29.11.06

Remover contínuo das vivências interiores

Não !
Não sou o que me fora determinado
Nem tão pouco o que me fora imposto
Não sou aquilo que gostariam


Sou aquilo que sonho...aquilo que desejo ao próximo
Sou rosas
Rosas que não são rosas mas vermelhas
Sou as minhas vestes coloridas
Sou a parede rabiscada ...e com tinta!

Sou sintetizante de mim
Sou alguém
Ou sera que sou algo??
Sou ...somente sou
E ainda assim não sou por alguem
Sou por amor talvez ao proximo...talvez!

Lis
28/11/2006

Um comentário:

Jane Krist disse...

Bela poesia menina!!! Meus elogios se tornem pequenos diante da tua mestria com as palavras que traduzem sentimentos do fundo da alma. Quando damos voz às nuances que respiramos a vida fica cheio de flores meus com a presença de muitos espinhos. Por que, ser resulta no que sou, e o que sou; as marcas dos seres residentes dentro de nossos desejos e medos. Por isso talvez a festa das cores brinde a vida com fogos e jardins suspensos sobre nossos sonhos. Amei o poema. Um forte abraço Liz e sucesso por aí. Sim se você vê a Monique diga, por favor, que envie lembranças. Fui