27.11.06

Poesias...

Ai ai...esta faz tempo que eu escrevi!

Nascimento

Acordo todos os dias
Com a espectativa de melhorar meu vôo constante.
Mas...mas...
Eu não sei voar,
pedras pequenas me atrapalham
na hora de sair
Então fico com medo
E vivo escravo do medo
Medo...medo
O medo também é constante!

Sim somente o medo é constante,
ele vem e nunca vai embora
Aí todas as horas tabém
E todos os dias
Até qie eu fique com sozinho e com medo.

Mas neste dia
Eu não tive medo do medo
Eu gritei bem alto com ele
E perguntei se ele queria ser meu amigo...
O medo falou que não tinha amigos...porque ele tem medo das pessoas sentirem medo
O medo acabou transformou-se em amor




Lis


Confuso...

Um comentário:

Jane Krist disse...

Que processo brilhante. O medo!!! Há sentimento confuso, ora nos serve como um coberto contra as correntes de ar frio ora nos aprisiona em ilhas cruéis e desertas. Bela construção das farsas do medo!!! Lis sua poesia é um dom uma arte linda com flores mesmo em territórios sem solo nem água. Meus parabéns. Um forte abraço. Fui